quinta-feira, 19 de junho de 2008

Reflexão sobre a “Crítica à Metodologia Expositiva”, de Celso Vasconcellos.

(Jefferson Castro)

Durante a leitura do texto de Vasconcellos, fica evidente a preocupação do autor para com o fato das dificuldades de superação da metodologia expositiva que, para ele, acabam engessando os alunos para tentativas inovadoras e eficientes. Ele aponta para vários aspectos legitimadores e sustentadores de métodos tradicionais nas escolas, tais como a pressão social (de pais, de alunos, dos professores e da própria escola), a avaliação (na medida em que cobra do aluno respostas mecânicas e prontas), imposição de tarefas a cumprir (necessidade de cumprir com os assuntos do programa curricular), baixo custo para a educação, comodidade do professor (pela facilidade de expor assuntos sem questionamentos) e a reprodução social (educação alienada; forma-se a mão de obra para o sistema vigente).

O texto nos convida a uma viagem histórica para que se compreenda a fundamentação e a formação dos preceitos que impregnam a educação.

Numa crítica mais direta, inúmeros fatores negativos são levantados pelo autor, pautados pela ineficácia, para alunos e professores, das simples exposições de temas e assuntos descontextualizados de uma realidade concreta. Para Vasconcellos, as metodologias do paradigma educacional tradicional são alienantes e trabalham com a memorização de respostas mecânicas, prontas para serem expelidas como reação a um determinado (e exato) estímulo: uma pergunta própria/adequada/direta, de preferência igual à de sempre. Não se pensa nem se reflete, não se permite ao educando a inquietação/indagação, tão valorizada por Paulo Freire, pois o que importa é a exposição do professor que está a frente da turma como representante de uma verdade acabada, que possui um fim em si.

Para finalizar, destaco um questionamento levantado por Vasconcellos em seu texto, no momento em que dispara contra a hiper-valorização que se dá ao cumprimento do currículo escolar (ressalto que o professor raramente participa da sua elaboração), e que é bastante pertinente e necessária a qualquer profissional da área da Educação: “a tarefa fundamental do educador é cumprir o programa ou propiciar a aprendizagem dos educandos?”. Dessa forma, provoco: onde está a prioridade da nossa educação?

Referências bibliográficas:
VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Construção do conhecimento em sala de aula. 13ª Ed. – São Paulo; Libertad, 2002.


segunda-feira, 16 de junho de 2008

Um balaço contra o comodismo...

Uma frase para começar a semana (melhor)...


"É melhor atirar-se em luta, em busca de dias melhores, do que permanecer estático como os pobres de espírito, que não lutaram, mas também não venceram. Que não conheceram a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra, não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se diante dele, por simplesmente, haverem passado pela vida."
(Robert Nesta Marley - "Bob Marley")


FAÇA ACONTECER!!


sexta-feira, 13 de junho de 2008

Soletrando...

Atendendo a pedidos (e alguns empurrões que clamavam uma atualização)...

Gostaria de ver o pequeno campeão nacional de soletração vencer um Maori (povo nativo da NZ) nessa empreitada.

Atenção, brasileirinho aloprado... Para ser o campeão mundial de soletração, soletre corretamente a palavra:



Se você conseguiu, parabéns... Se vc não conseguiu, soletração não é a sua área!!rsrs